Antenados
16 de abril de 2022 20:57

Crítica | Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore

Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore teve um bom e nostálgico início lá em 2016. Foi empolgante ver a expansão deste universo que a gente tanto ama. Mas até os fãs mais apaixonados devem admitir que sua sequência, “Os Crimes de Grindelwald”, não foi tão bem-sucedida. O filme claramente tratava-se de uma preparação de terreno para o que viria pela frente.

Quase quatro anos depois, e uma pandemia no meio, foi o suficiente para aparar as pontas e entender o que se sucedeu de errado. E agora chega aos cinemas nacionais “Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore” com o frescor, saudosismo e dinamismo que faltava.

O longa acompanha professor Alvo Dumbledore (Jude Law) que com a ajuda do magizoologista Newt Scamander (Eddie Redmayne) reunindo um grupo de bruxos com a finalidade de deter mago das trevas Gellert Grindelwald (Mads Mikkelsen) que está se movimentando para assumir o controle do mundo mágico.

Talvez o fato do filme trazer uma figura tão emblemática e amada pelos fãs como o Dumbledore seja também um dos fatores que crie maior apelo junto ao público. O personagem praticamente assume aqui o protagonismo. Já a substituição de Johnny Deep como Grindelwald, que a princípio poderia fazer os fãs torcerem o nariz, acabou mostrando-se um grande acerto. Mads Mikkelsen é um excelente ator e assume a função de forma primorosa.

Outro ponto que causa bastante curiosidade é a participação da atriz brasileira Maria Fernanda Cândido. Embora a personagem seja importante para a trama, o roteiro dá a ela menos destaque do que o merecido. Infelizmente!

Por outro lado, o aspecto visual do longa é magnífico. Os efeitos visuais são trabalhados em detalhes, com atenção à textura. Apesar de sabermos que hoje praticamente tudo se resume à computação gráfica, o filme acerta pelo aspecto realista que imprime em todas suas sequências.

Apesar da ação do filme ocorrer de forma bem espaçada, não há de se falar em monotonia na trama. Há sempre acontecimentos relevantes, alívios cômicos e magia sendo projetada em tela. O talentoso elenco escalado também é um show à parte.
O longa consegue satisfatoriamente injetar ânimo à franquia. Ao contrário de seu antecessor, mostra que esse universo ainda tem bastante fôlego e histórias para serem contadas. Por fim, acabou sagrando-se como uma grata surpresa. Vale a pena conferir!

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