Antenados
6 de setembro de 2021 20:46

Crítica | Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis

Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis é o filme que a Marvel precisava para, enfim, dar o pontapé inicial na fase 4 do Universo Cinematográfico da Marvel. Enquanto Viúva Negra ainda olhava para trás, este move o universo para frente, empolgando com as possibilidades para o futuro.

Além de uma grande e respeitosa homenagem aos longas de artes marciais – em especial as obras de: Bruce Lee, Jackie Chan e de Kung Fu, como “O Tigre e o Dragão” – abraça a fantasia bem mais que o esperado e surpreende em vários sentidos.

Criaturas fantásticas que abrilhantam ainda mais a tela em uma explosão de cores no terceiro ato e que retratam a mitologia chinesa em toda sua imponência.

Um ponto forte do longa são as cenas de ação. É o grande acerto e o coração do filme, sem dúvida. São as melhores entre todos os filmes do MCU, não só pela criatividade como a finalidade, mas também pela audácia e a beleza.

A mistura de estilos de luta chama muito a atenção. A leveza do ar e a firmeza da terra se fundem em um “balé” que preza pela elegância dos movimentos e que, por vezes, se confunde mesmo com uma dança, de tão bem coreografado e encenado.

Sobre as cenas pós-créditos, aliás, são duas. Ambas importantíssimas. Em suma, Shang-Chi é muito maior e melhor do que se esperava. Uma adição que vai além de apenas um personagem ao MCU, mas de todo um universo de misticismo, artes marciais e novos poderes.

Assim como Pantera Negra trouxe a cultura africana, Shang-Chi tem esse papel de trazer à luz toda uma cultura oriental que pode – e deve – ser mais explorada. Um grande acerto da Marvel Studios!

Para acompanhar todas as novidades acesse o canal do YouTubeFacebookInstagramTikTok Twitter. Veja tudo que já postamos aqui no nosso blog.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *